Início · Serviços · Parcelamento (PGFN)
Serviço · Receita Federal / PGFNParcelamento e redução do INSS de obra na PGFN.
O débito da sua obra já foi inscrito em dívida ativa? Ainda dá para negociar. Analisamos a regularidade processual, buscamos reduções legais e parcelamos o que ficou para trás — para regularizar e destravar a CND.
Perder o prazo não é o fim da linha. Débito inscrito tem caminho — e, muitas vezes, dá para pagar menos do que está sendo cobrado.
O que acontece quando o débito vai para a PGFN
Quando o INSS de obra não é pago no prazo, o débito pode ser inscrito em dívida ativa e passa a ser cobrado pela PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional). A partir daí, além do valor original, incidem encargos — e o risco de execução fiscal aumenta.
Análise de regularidade processual (antes de pagar)
Antes de simplesmente quitar, a gente confere se a cobrança está correta. A análise de regularidade processual verifica os lançamentos, procura por valores indevidos, duplicidades ou vícios e define a melhor estratégia — pagar, parcelar ou questionar.
- Revisão dos lançamentos e do histórico da obra;
- Identificação de oportunidades legais de redução;
- Definição do melhor caminho de negociação.
Parcelamento do débito de obra
Débitos de INSS de obra podem ser parcelados. A gente negocia o parcelamento adequado ao seu caso e regulariza a situação — o que, na maioria das vezes, já permite obter a certidão (positiva com efeito de negativa) para destravar venda e financiamento.
Perguntas frequentes sobre débito de obra.
A PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional) cobra os débitos federais inscritos em dívida ativa. Quando o INSS de obra não é pago no prazo, o débito pode ser inscrito e passa a ser cobrado pela PGFN.
Sim. Débitos de INSS de obra podem ser parcelados. Analisamos a situação e negociamos o parcelamento adequado, viabilizando a regularização e a emissão da CND.
Em muitos casos, sim. A análise da regularidade processual pode identificar valores indevidos, duplicidades ou vícios, além de condições de negociação. Não há redução garantida: depende do caso.
Com o parcelamento regularizado e em dia, geralmente é possível obter certidão positiva com efeito de negativa, que destrava venda e financiamento. Avaliamos a melhor via para o seu caso.
Recebeu cobrança da Procuradoria? Vamos analisar.
Manda os dados do débito. A gente confere se a cobrança procede, busca reduções e negocia o parcelamento — para você voltar a ficar em dia.